sábado, 7 de janeiro de 2012
Consciência tranquila ou Consciência aliciada pelo erro?
Precisamos repensar o valor eterno de Deus. Ter na mente e coração o Senhorio de Cristo, permitindo assim uma ação inequívoca do criador na aplicação da lei imutável dentro de nós, ASSIM PRODUZIREMOS OS FRUTOS DO ESPIRITO COMO: Bondade, paz, amor, mansidão, alegria, domínio próprio, humildade, longanimidade, benignidade, fidelidade.
Lembre-se! Cair de joelhos ainda é o melhor remédio. Reconhecer que errou e voltar atrás também significa, o recomeço, a nova vida em Paz com Deus. Naquele grande dia da volta de Cristo nas nuvens, muita gente vai ver com seus próprios olhos pessoas de todas as tribos, línguas e nações; de joelhos prostrados, pessoas do tipo: Presidente, deputados, senadores, prefeitos, vereadores, empresários, zeladores, padres, pastores e etc. A escritura diz que todo “olho verá e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor.”
sábado, 15 de outubro de 2011
Criticas: Far Cry 2

Gênero: Sandbox, FPS, Aventura
Suporte: Multiplayer, Simgleplayer
Empresa responssavel: Ubisoft
Bem, primeiramente gostaria de me desculpar por ter passado tanto tempo sem postar... é que tem muita coisa acontecendo. Mas mesmo com tantas revira voltas conssegui o tão falado "Far Cry 2", bem sinceramente vou confessar que esperava bem mais de um jogo desse calibre. Missões mornas e sem objetivos diretos, jogabilidade confusa...
Caracteristicas
Ao contrário dos jogos anteriores de Far Cry, nos quais o protagonista era Jack Carver, em Far Cry 2 o jogador pode escolher entre nove personagens diferentes para jogar, todos diferentes tipos de mercenários com visual e passado únicos. Entre eles está Marty Alencar, um guerreiro mercenário brasileiro naturalizado norte-Americano; Josip Idromeno, um guerrilheiro Kosovar somente à procura de diamantes; Quarbani Singh, um coordenador de segurança natural das Ilhas Mauricio; Hakim Echebbi, um tenente aposentado da marinha Argelina; Frank Bilders, um agiota Norte-Irlandês ligado ao IRA; Paul Ferenc, um contrabandista húngaro naturalizado israelita; Andre Hyppolite, um insurgente haitiano; Xianyong Bai, um informante chinês; e Warren Clyde, um segurança mercenário norte-americano.
O objetivo do personagem do jogador é encontrar e assassinar The Jackal, um negociante de armas que tem vendido armas aos dois lados do conflito. O jogador deve completar este objetivo utilizando qualquer meio necessário para tal, até mesmo se tiver que chegar ao nível de imoralidade empregado pelas facções em guerra e pelo próprio Jackal.Bem, grande parte do jogo se resume em dirigir mapas enormes, e depois participar de tiroteios sem pé nem cabeça. gráficos inegalvemente incríveis, mas como todos sabem, gráficos não são tudo em um jogo. O importante é a diversão, e sem duvida alguma "Far Cry 2" não á possui.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Criticas: Left For Dead 2
Gênero: Ação, horror
Suporte: multiplayer, simgleplayer
Empresa Responssavel: Valve
Como no lançamento do ano passado, "Left 4 Dead 2" mostra a luta de heróis bem distintos para sobreviver em um ambiente de terror e caos. O jogador, em campanha solo, pode escolher entre a produtora de televisão Rochelle, o mecânico Ellis, o vigarista Nick ou o técnico de futebol americano Coach. O resto do time passa a ser controlado pelo computador. O objetivo, claro, é sobreviver durante os cinco capítulos da aventura, que são apresentados como se fossem filmes, com direito a cartaz e tudo.
Cada capítulo é dividido por cinco estágios, com um evento final que coloca os participantes em um combate exaustivo contra as hordas de inimigos até o momento da esperada fuga. Como se os zumbis corredores não fossem suficientes para dificultar a missão, aparecem ainda criaturas com habilidades especiais, como um sujeito grandão que explode e cria uma nuvem tóxica ou um monstrão que lembra o Tyrant da série "Resident Evil" e sai correndo para esmagar os mocinhos contra paredes e pilares.
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O esquema funcionava muito bem e está ainda melhor graças aos cenários mais abrangentes e complexos. Como o roteiro é mais coeso e desta vez tenta realmente contar uma história, a ação muda de pano de fundo gradativamente, o que aumenta o apego aos personagens ao acompanhar suas jornadas pessoais. Se a tensão batia alto em "Left 4 Dead", agora dá para perder o fôlego durante certas passagens, especialmente nos eventos finais de cada capítulo, como a espera do barco no genial "Hard Rain", que ocorre em uma cidade alagada no meio da tempestade, e a fuga na ponte destruída em "The Parish". Se você tem coração fraco, tenha muita cautela.
Se em modo para um jogador e acompanhado de personagens controlados por computador "Left 4 Dead 2" se mostra excelente, o modo multiplayer revela sua face completa. É possível jogar toda a campanha ao lado de outros três usuários, que podem ser seus amigos ou completos estranhos escalados pelo sistema de gerenciamento online do game.
Além disto, há outros modos muito bacanas criados lá no game original, como o Realism, que se mostra ainda mais nervoso ao limitar as mortes dos heróis e outros recursos normais de jogo, e o Versus, que divide os usuários entre times de humanos e monstros, com direito a utilizar as habilidades especiais das criaturas. Baseado no Versus, surge o novo Scavenge, que coloca o time de humanos para coletar gasolina e alimentar geradores enquanto o grupo inimigo tenta atrapalhar. Entrosamento e comunicação entre os participantes se mostra essencial para o sucesso.
"Left 4 Dead 2", em uma visão superficial, é tão parecido com o anterior que dá para questionar a decisão da Valve em criar uma continuação em vez de apostar em mais pacotes de expansão. A fundo, o novo game se mostra muito mais refinado e completo, com uma história melhor delineada capaz de criar maior envolvimento do jogador com o universo da franquia. Claro, pesam também as novas missões, armas, monstros e, especialmente, os excelentes cenários mutáveis, extremamente detalhados e repletos de armadilhas. Com um multiplayer sensacional que privilegia a ação cooperativa e que está sempre mudando graças ao sistema de inteligência artificial, o game é um dos mais viciantes e gratificantes do gênero.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Criticas: Test Drive Ulimited

Gênero: Corrida
Suporte: simgleplayer, multiplayer
Empresa Responsavel: Atari
O jogador desembarca em Oahu no Hawaí com míseros 200 mil dólares no bolso. Apesar de a grana ser suficiente para alugar um carro e comprar a primeira moradia, Enzo Ferrari, Koenigsegg CC8S, Lamborghini Murcielago, Saleen S7 Twin-Turbo e outros "aviões" da classe A são sonhos distantes. Sobra para adquirir um modesto classe F, um Audi TT Quattro Sport, por exemplo, e começar a correr para aumentar sua conta no banco.
Através de um mapa aéreo de Oahu, que lembra muito o Google Map, tem-se acesso a todos os desafios: provas de corrida, velocidade e tempo são tradicionais do gênero. Já o grupo das missões inclui caronas para modelos ou mochileiros, entrega de mercadorias e devolução de veículos para locadoras. No geral, elas podem ser repetidas infinitamente, mas algumas são de mão única - em compensação são as que mais rendem. Nem sempre as provas estão debaixo do nariz sendo preciso percorrer a rua para destravá-la.
As localidades já conhecidas, cujos ícones são opacos na tela de mapa, podem ser visitadas com um apertar de botão. Já aquelas em que o jogador não passou nenhuma vez aparecem semitransparentes e é preciso dirigir até lá de fato para acessar o local, que depois passa a ser tratado como lugar já visitado. Um GPS auxilia o jogador durante o trajeto e avisando verbalmente em que rua entrar. É uma maneira inteligente de propor um passeio direcionado pela ilha, assim como são os trajetos das missões, principalmente. Mesmo assim, muitos cantos ainda ficam por serem descobertos pela iniciativa do próprio jogador.
Fica ao gosto do freguês o "qual e quando" de cada prova salvo algumas restrições. Por exemplo, tem uma beldade que só anda de Shelby Cobra Daytona Coupe, que custa um milhão de dólares na revenda mais próxima e ainda exige fila de espera. E uma vez na direção, não faça barbeiragens ao levá-la ao shopping ou ela abandonará o carro reclamando que quebrou a unha (é sério!). A exigência mais comum para as provas, no entanto, é ter um veículo de determinada classe ou ter evoluído como corredor: novatos não podem competir com ases. Antes, é preciso provar seu valor.
Conquista desbloqueada
Pensado para Xbox 360, a evolução em "Test Drive Unlimited" se baseia nas conquistas ou "achievements", no inglês. Trata-se de um conceito que chega ao PC através do Games for Windows, mas que já virou mania no videogame da Microsoft. No Xbox 360, cada game oferece uma lista de objetivos que rendem mil pontos ao perfil. Além de estimular a competição entre jogadores, as conquistas aumentam a vida útil do game, pois chegar ao fim quase nunca é sinônimo de liberar 100% das conquistas.
"Test Drive Unlimited" não faz parte da família Games for Windows, mas os mesmos objetivos do Xbox 360 são usados para mensurar o aproveitamento. Alguns exemplos de conquistas: comprar no mínimo 15 casas; ter três modelos de Ferrari na garagem; "tunar" seu primeiro veículo; completar todas as missões; e percorrer todas as ruas da ilha (a mais trabalhosa). Como no Xbox 360, o caminho até os mil pontos promove o jogador para amador, profissional, expert, campeão e, por último, às.
Independente da carteira exigida, a dificuldade das provas de velocidade e missões são moderadas e, em quase todas, a desafio maior é encontrar o carro apropriado. No Xbox 360, essa tarefa é simples, pois cada um dos 220 desafios single-player têm seu ranking e basta dar uma espiada no veículo usado pelos líderes. Infelizmente, essa opção ficou de fora no PC. Motos também fazem parte da garagem, mas fora ilustrar a embalagem pouco fazem pelo jogo. A pilotagem é bizarra e artificial. Pode-se, por exemplo, bater no "guardrail" e continuar acelerando como se fosse um carro. São boas pra costurar no trânsito pelo menos.
Os policiais, que tiveram papéis importantes nos games da série, estão mais calmos em "Test Drive Unlimited". A lei só se torna um problema quando você causa acidentes em série e, no alerta máximo, parece que toda a força policial de Oahu está atrás de você. Nesse caso, a multa pode ser muito doída. E, se for para resetar o game, faça isso durante a perseguição, pois quando você receber o tíquete, o valor já estará debitado de sua conta e devidamente salvo. Um truque é entrar em qualquer loja ou desafio para que tudo fique esquecido. Nem precisa pagar o cafezinho.
Multiplayer e um jogador correm lado a lado em "Test Drive Unlimited". No PC, o online é provido pela GameSpy e o jogador deve criar uma conta no site para ter acesso a um dos servidores. Ao passear pela ilha, é possível encontrar outros corredores online. Convidá-los para um racha instantâneo é uma das possibilidades - basta desenhar o percurso na hora e pisar fundo. Se falta inspiração, o mapa da ilha oferece uma boa seleção de provas pré-estabelecidas. Mas as opções online não param: chame amigos e crie um clube; invente uma prova para outros tentarem bater seu tempo; ou visite o leilão de usados para encontrar veículos por um preço bem mais interessante.

"Test Drive Unlimited" cumpre o que promete e coloca a série num caminho promissor. É um novo subgênero dentro dos simuladores de corrida, que captura a liberdade dos jogos de exploração e que funde o online e single-player de maneira brilhante e inédita. Mesmo para os tímidos, que preferem correr contra o relógio, ver corredores reais acelerando ao seu lado ao passear pelas ruas de Oahu aumenta consideravelmente a imersão, mesmo que o sistema de direção, principalmente das motos, não seja muito realista.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Criticas:: Need for speed World

Gênero: Corrida, MMO
Suporte: Multiplayer
Empresa responssavel: EA games
Selecione os melhores momentos dos episódios modernos da franquia Need for Speed. Mescle os céus escuros e noturnos de Carbon e Underground ao belíssimo pôr do sol de Most Wanted. Tudo isso, é claro, com policiais por todos os lados, sempre dispostos a entrar em perseguições; e com disputas online contra jogadores do mundo inteiro.
É por essa linha que o episódio World tenta seguir, conciliando a estrutura de eventos ao mundo dos MMOs modernos. O projeto vem sendo desenvolvido em parceria pela Black Box e pela equipe de Singapura, da EA.
Você reconhecerá os elementos do game imediatamente (desde que tenha jogado os episódios anteriores, é claro). O sistema de criação de perfis é simples e não consome seu tempo. Os menus e a própria navegação são feitos com o apoio dos tradicionais mapas e pela garagem (dedicada a personalização).O sistema de personalização é restrito em termos de desempenho dos carros (permitindo a instalação de kits fechados), mas o inverso ocorre com o departamento gráfico. Os mais criativos poderão lidar com centenas de adesivos e formas, estruturando-os em camadas, selecionando cores, redimensionando, girando e torcendo os padrões prontos.
Como resultado composições enormes podem ser desenvolvidas, inclusive desenhos. Tudo vai da criatividade, já que a ferramenta é de fácil utilização e seus efeitos são instantâneos. Os que não gostam de gastar tempo podem recorrer à aplicação simples e às pinturas peroladas, que embelezam ainda mais os veículos.
Bem, na minha opinião, esse need for speed, está quase que "incompleto", pois, existem muitos bugs para serem concertados... o jogo é extremamente enjoativo, e depois de duas semanas jogando já estou por aqui dele! Tanto pelos bugs, quanto pela trilha sonora horrivel!Mas Tenho que lembrar que lembrar que esse jogo é free... mas mesmo assim isso não é desculpa para EA fazer algo tão ruin.
Bem pessoal você pode fazer o download do jogo de graça clicando aqui, e se quiser ver um gameplay antes vai um aqui em baixo...
sábado, 9 de abril de 2011
Criticas: The Simpsons Hit & Run

Gênero: Ação, corrida baseada em missão
Suporte: Simgleplayer
Empresa Respossavel: VU Games
The Simpsons Hit & Run é um jogo criado pela VU Games, composto pelos personagens da série de desenho animado Os Simpsons. Possui mais de 50 missões diferentes realizadas por cinco personagens do desenho. O jogo tem algumas caractéristicas de outro famosa série de jogos Grand Theft Auto (GTA) — pois no último não há a opção de ter carros próprios, sem ter que roubá-los, controlar pedestres, entre outros, assim como em The Simpsons Hit & Run. O enredo do jogo foi criado pelos próprios autores da série.
O jogador tem como fazer corridas a pé e de carro na cidade de Springfield, possuindo várias roupas para serem usadas. O jogo reúne os principais personagens da série da TV. Em cada nível, o jogador terá que coletar 7 cards diferentes, cada um com um objeto diferente mostrado ao longo dos anos na série de TV,matar abelhas mecanicas(para conseguir dinheiro) e realizar missões.
Locais exibidos na série também aparecem no jogo, como a casa dos Simpsons, a Usina Núclear de Springfield, a Taverna do Moe, a Loja de Quadrinhos, entre outros.
O Jogo é bem antigo, mais isso não afeta em nada a diversão que ele transmite... os gráficos mesmo para época são bem razoáveis, mais a diversão é garantida com essa magnifica jogabilidade que foi introduzida nele.
Screenshots:

sexta-feira, 4 de março de 2011
Criticas: Ultimate Spider-Man

Gênero: Ação, Aventura
Suporte: simgleplayer
Empresa Responssavel: Activision
Nos últimos tempos descobrimos que quando se tem um curto espaço de tempo para produzir um jogo o mesmo acaba não rendendo tudo que pode. Prova disto são jogos como Hulk, Batman Begins, Quarteto fantástico e Spider Man 2. Mas agora, com tempo de sobra, a produtora de jogos Treyarch lança Ultimate Spider-Man, que mostra todo o poder do aracnídeo mais querido do planeta.
Depois do sucesso de Hulk Ultimate Destruction a produtora Treyarch resolveu adotar a mesma receita e desenvolveu Ultimate Spider-Man, que desta vez traz novas aventuras para nosso amigo Peter Parker. Em Hulk Ultimate Destruction o enredo foi todo remodelado para se adaptar aos quadrinhos e agradar aos fãs da série, o mesmo ocorre com Ultimate Spider-Man, ou seja, são os quadrinhos ganhando vida.
O jogo e baseia basicamente no quadrinho, de mesmo nome que o jogo, o Ultimate Spider-Man, que traz à tona a vida colegial de Peter Parker, quando ele descobre seus poderes e percebe que “grandes poderes trazem grandes responsabilidades”.
Mas a semelhança com o quadrinho Ultimate Spider-Man não é somente em relação ao enredo, os gráficos, porexemplo, seguem de maneira muito fiel o estilo o quadrinho, tudo isto graças a colaboração de Mark Bagley, criador do quadrinho. Todo o visual e as animações fazem você mergulhar de cabeça nos quadrinhos da série, e estas mudanças agradaram e muito os fãs do aracnídeo mais famoso de New York.
O enredo do jogo, da mesma forma que os detalhes visuais, também recebeu a ajuda de produtores de quadrinhos. Brian Michael Bendis, criador da história original, escreveu simplesmente todas as falas do jogo. Os fãs que acompanham a trajetória de Peter realmente não têm oque reclamar.
Em relação à movimentação de Spider-Man pelo cenário não se tem muitas modificações em relação ao Spider-man 2, que foi baseado no longa da Columbia Pictures, pois o aracnídeo poderá percorrer livremente toda Manhattam, cumprindo missões e participando de mini-games. Isso mostra o quanto o estilo de movimentação similar ao de GTA esta cada vez mais presente nos games. A dimensão da cidade diminuiu, porém os detalhes gráficos estão mais detalhados e o bairro do Queens foi adicionado ao jogo. Mas um fato interessante no cenário são os locais como a Universidade Empire, a residência do doutor Strange e o prédio do jornal Daily Bugle, que agora estão presentes no game.
Uma mudança apareceu no sistema de jogo, agora para prosseguir pelas missões principais é necessário desbloquea-las, e para isso você deve finalizar os mini-games, que variam desde salvar pessoas até prender bandidos, além, é claro, das já conhecidas missões de corrida, em que você deve passar por determinado local em tanto tempo. Pelo mapa também estarão distribuidos ícones, que ao serem encontrados liberam extras do game, entre eles estão novas roupas e a liberação de um novo personagem.
As missões do jogo estão muito bem distribuídas e elaboradas, além disso, a luta com os chefões está muito mais emocionante, pois os eles estão mais inteligentes e precisam de estratégias distintas para serem derrotados. Em algumas missões de salvamento nosso amigo Spider-Man deverá colocar sua inteligência em resolver problemas em pequeno tempo à prova, salvando vitimas mais graves antes, por exemplo.
Além do nosso conhecido aracnídeo outras “celebridades” dos quadrinhos estarão presentes no game, entre eles encontramos o famoso Wolverine e o Tocha Humana, do pessoal do Quarteto Fantástico. Mas oque realmente agradou muitos fãs da série foi a possibilidade de controlar o destemido Venom, que apesar de ser inimigo de Spider cativa muitos fãs da série. Sua jogabilidade é simplesmente incrível, pois sua força descomunal esmaga os inimigos com tremenda facilidade e até consegue arremessar carros. Venom, ao contrário de Spider que usa teias para se locomover, usa sua força para dar gigantescos pulos para explorar o ambiente. Um dos seus ataques consiste em retirar a força vital do inimigo.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Criticas: As Viagens de Gulliver (filme)

Direção: Rob Letterman
Gênero: Comédia
Sinopse: Na trama acompanhamos Gulliver (Jack Black) estagnado em seu trabalho e apaixonado por uma moça (Amanda Peet). Certo dia, numa tentativa estapafúrdia de conseguir convidá-la pra sair, ele acaba aceitando ir até o triângulo das bermudas para escrever um texto sobre a viagem.
Quando criança adorava ler a coleção de livros de histórias ‘clássicas’ que tinha na estante de casa, dentre elas tinha também a de Gulliver
De fato Jack Black já me fez rir muito em alguns de seus trabalhos, mas tudo na vida um dia cansa e essa mania exageradamente caricata que ele tem de ‘atuar’ até que arranca alguns risos em uma ou duas cenas, mas na grande parte do filme é apenas vergonha alheia. O restante do elenco faz um trabalho ‘ok’ para o tipo de filme apresentado.
Algumas passagens faz uso de grandes filmes e elementos da cultura pop, como Star Wars, Jack Bauer, Titanic e por aí vai. Dizer que não existem cenas divertidas em “As Viagens de Gulliver” seria leviano de minha parte, mas o problema é que para cada situação bem humorada existem outras várias desagradáveis e desnecessárias. A dancinha que rola no final com todo mundo é das coisas mais deprimentes que vi nos últimos tempos, fora outras situações tristes.
Quando colocamos na balança os acertos e os erros deste trabalho do diretor Rob Letterman (que mandou bem em “Monstros Vs Alienigenas”) podemos perceber que se trata mesmo de um filme muito fraco. É capaz de você até se divertir – caso consiga ignorar o excesso de besteiras apresentadas – mas, acredite em mim, existem coisas mais engraçadas e de bom gosto por aí.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Criticas: Second Sight

Género: Tiro em terceira pessoa, ação
Suporte: Singleplayer
Empresa Responssavel: CodeMasters
História
O jogo começa com John Vattic, o protagonista, que acorda em uma instalação médica. Ele não tem memória do seu passado com exceção de uma missão que ele participou seis meses atras. O seu papel na missão foi o de ser estritamente consultivo, para descobrir seu passado tera quer ir para a Sibéria com um grupo de Marines E.U.A chamado WinterICE, uma vidente chamada Jayne Wilde, em busca de um cientista russo chamado Victor Grienko, a investigação é secreta para nao chamar atenção do Pentágono.
Vattic enontra um computador nas instalações médicas e descobre que Wilde foi morta em uma missão. Ele tem então um flashback, no qual ele evita a morte de Wilde. E ao voltar na presente parte do jogo, o computador agora diz que Wilde sobreviveu a missão também. Vattic vai em busca de Jayne em um asilo em Vermont e a resgata. Eles escapam pelos esgotos e ela diz a ele que a equipe da WinterICE, comandante Josué e o Coronel Starke foi morto durante a missão. Vattic então tem um flashback em que ele resgata Starke e azo acabar o flashback ele vola ao exato momento onde Jayne o diz que o Coronel Starke está vivo e que ele lhe deu um endereço para que entrasse em contato com ele, se alguma vez ela precisasse de ajuda. Vattic em seguida, viaja para o local para encontrá-lo.
O jogo tem Graficos completamente Revolucionarios para á Epoca, sua jogabilidade é que deixa muito á desejar... Os comtroles são complexos, e as vezes a cÂmera deixa você muito perdido! você acha que esta em um lugar mais esta em outro.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Criticas: Grand Fantasia

Género: MMORPG
Suporte: Multiplayer
Empresa Responssavel: Aeria Games
Sobre o Jogo
Grand Fantasia é um MMORPG gratuito que se passa em um mundo de fantasia criativo e cheio de aventuras. Grand Fantasia oferece aos jogadores uma variedade de características inovadoras e envolventes, incluindo: personalização de personagens e Sprites, um sistema diversificado de classes, Sprites com habilidades exclusivas, uma variedade inacreditável de montarias, combate (JvJ) jogador contra jogador, campos de batalha dividos por times, dungeons desafiadores, regiões épicas e chefes de mundos. Lá você também encontra estátuas características de cada jogador, quadro de avisos dentro do jogo, casas de leilão, um sistema super interessante de relacionamento afetivo entre os jogadores, administração organizada de Guilda, ferramentas de comunicação e uma série de missões (individuais, facção e guilda) para trazer diversão a jogadores de todos os estilos!
Achei um jogo muito fraco quanto á jogabilidade, pois os gráficos são muito bem feitos, mas na questão dos "Sprites", e "Guests"(nissões), ele deixa muito a desejar. Não tem muito Lag(isso foi uma das coisas que me surpreendeu) mais em conpessação são tantos Bugs, que ás vezes da vontade de você quebrar o PC!
Olha essa imagem qeu eu tirei:

Onde está a perna esquerda da zebra?
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Criticas: Marley e Eu (Filme)
Direção: David Frankel
Gênero: Comédia, Drama
Sinopse: Indeciso sobre ser pai, um homem aceita a sugestão de um amigo e adota um pequeno cachorro, que logo cresce bem mais do que o esperado. Com Owen Wilson, Jennifer Aniston, Alan Arkin e Kathleen Turner.
É difícil para alguns aceitar que filmes ‘família‘ ou de ‘cachorro‘ possam ser bons. Tem gente que tem pesadelos só de ouvir falar. Marley e Eu (Marle & Me) é a adaptação para os cinemas de um livro best seller que na verdade é uma ‘autobiografia’ de um colunista chamado John Grogan. Ele narra as histórias e lições que aprendeu com seu labrador, considerado como o pior cão do mundo.
Quem tem ou já teve um cãozinho de estimação se identificará logo com as situações do filme. Eu já tive inclusive um labrador e posso dizer que é idêntico ao do filme. Se pra muita gente ver aquilo é algo ‘surreal‘, as cenas e situações, destruições, se jogar na água, etc, saiba que é exatamente daquela forma. Quem não tem um coração forte jamais pode ter um bicho desses em casa.
No filme temos Owen Wilson interpretando John Grogan que, ao se casar com Jenifer (Jenifer Aniston), resolve comprar um lindo cãozinho enquanto se decide sobre ter filhos. Não demora nada e Marley mostra pra que veio destruindo tudo. O início do filme é bastante divertido, com cenas engraçadas e muito ‘fofuxas‘. O primeiro chefe de Grogan, interpretado muito bem por Alan Arkin, também consegue render boas risadas.
O engraçado é que muito mais que uma comédia o filme é na verdade um drama. Para quem é fraco do coração pode se preparar para chorar no cinema. É tudo conduzido para você se emocionar mesmo, na verdade é basicamente uma manipulação, a música, a fotografia, tudo é feito para arrancar suas lágrimas. Ainda sim é um filme muito bom. É divertido quando deve ser e é uma bela história. Só não é recomendável para quem não gosta de filmes de “cachorro” ou “família”.sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Criticas: O Dia Em Que a Terra Parou (filme)

Direção: Scott Derrickson
Gênero: Ficção Científica.
Sinopse: Um alienígena chega a Terra e alerta que o planeta pode ser destruído. Refilmagem do clássico de 1951.
Remakes às vezes só servem para destruir algum clássico. É uma pena, mas eu nunca vi o original “O Dia em Que a Terra Parou” de 1951, portanto, não posso comparar com este ‘novo’ lançado lá fora em 2008 e que só apareceu aqui no início de 2009. Meu interesse pelo filme sempre foi baixo, entretanto, quando estava sem nada melhor para fazer, acabei vendo ele na minha tv por assinatura, e quer saber? É totalmente dispensável este filme.
A refilmagem manteve o ‘espírito’ do filme original, só que aqui ao invés de pedir o fim da guerra entre os homens, o alien Klaatu (Keanu Reeves) chega para salvar o planeta terra, mas salvar dos humanos que o estão destruindo. O tema ecológico não soa tão piegas, o problema mesmo está no ritmo lento e totalmente sem graça, dá até sono.Para os que reclamam do ator Keanu Reeves aqui ele está perfeito, e não é porque aprendeu a atuar convincentemente não, mas sim por ter escolhido um papel perfeito para sua falta de expressão facial ou de demonstração de sentimentos, afinal era justamente isto que o seu personagem precisava demonstrar, já que ele, apesar de estar num corpo humano, não é um de nós. No elenco ainda temos a atriz Jennifer Connelly interpretando uma cientista que precisa convencê-lo a desistir do plano e o filho de Will Smith, Jaden Smith, um completo zero a esquerda.
Ficar aqui dealongando sobre esta obra não vai me levar a lugar nenhum, muito menos você caro leitor, só precisa mesmo saber que trata-se de uma ficção científica monótona e sem graça. Os atores não transmitem carisma, a trama é até pertinente, mas o ritmo é muito desinteressante. O resultado é apenas mais um filme fraquinho, daqueles candidatíssimos a aborratar as preteleiras de DVDs promocionais das lojas.terça-feira, 18 de janeiro de 2011
A primeira de muitas....

Olá pessoal meu nome é Pedro e sou o novo postador do "tudo que eu gosto", O Dan me convidou para uma tarefa nada fácil: Fazer criticas de filmes! esta é minha primeira postagem, queria me apresentar, e dizer que semana que vem vão ter criticas de filmes antigos, atuais... Resumindo, de todos os tipos...
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Criticas: Neighbours from hell 2

Gênero: Ação, Estrategia
Suporte: Simgleplayer
Empresa Responssavel: Jowood
Você está sofrendo ou sofreu no passado com um vizinho incômodo, vizinho barulhento, o assédio, a intimidação, os problemas de fronteira, o comportamento anti-social ou qualquer forma de atenção vizinho indesejado ou interferência? Neighbours From Hell 2 pode ajudá-lo a resolver os problemas vizinho ou quaisquer problemas com os vizinhos dentro de muitas situações diferentes, não há necessidade de ser ou sentir-se sozinho. Viver ao lado de um vizinho que é real do inferno e agora é hora de ter a sua vingança!
Bem minha conclusão é que o jogo é bom pra passar o tempo, mas de certa forma ele acaba sendo canssativo ao longo do tempo... sua jogabilidade é boa, gráficos tambem, e definitivamente é um ótimo jogo, só um pouco canssativo.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Criticas - SnowBound Online
Gênero: Corridas, Esportes RadicaisSuporte: mutiplayer
Empresa Responssavel: Gamigo Games
Se você gosta ou pratica esportes radicais, já deve ter ouvido falar sobre Snowboard. Esse esporte, assim como o skate e o surfe, consiste em equilibrar-se sobre uma prancha descendo a uma superfície nevosa, assim como o esqui.
Levando em consideração que o snowboard é muito perigoso, e que algum deslize pode fazer o praticante rolar montanha abaixo, são necessários equipamentos de proteção como: óculos apropriados, roupas especiais e fixações para os pés.Se um dia você sentiu a vontade de praticar esse esporte incrivelmente radical e nunca teve a chance, ou até passou algum medo sobre sua alma, o game SnowBound Online pode trazer toda a emoção e manobras incrivelmente sensacionais, sem você sentir frio ou medo (Isso depende de cada um é claro).
O game ainda possui uma loja de acessórios para você personalizar seu personagem, mais como em muitos jogos da categoria, você precisa investir alguma grana para aumentar o seu desempenho no jogo.No meu PC ele não pegou muito bem, a tela não ficava cheia de jeito nehum porque esse jogo foi feito para o windows 7(o meu é o xp) mais isso não impedio minha diverssão! :) Conclusão: é um otimo jogo, muitos brasileiros, jogabilidade boa e graficos espantosamente bons.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
criticas: Flatout Ultimate Carnage


Gênero: Corrida, arcade
Suporte: simgleplayer e multiplayer
Empresa responssavel: Empire eternament
Flatout Ultimate Carnage é um jogo de corrida-arcade que utiliza a estranha fórmula de aceleração máxima com aniquilação total.
A aceleração existe, já que a corrida se dá com veículos de quatro rodas percorrendo vias normais dentro da cidade, por outro lado, a aniquilação ocorre no momento em que, em vez de ir pelo caminho mais fácil, esses pilotos resolvem usar rampas de construções e outros trajetos perigosos a fim de juntarem pontos que irão se reverter em dinheiro posteriormente. Ultimate Carnage também contém 3 campeonatos individuais: race, street e derby. Enquanto os dois primeiros são corridas do estilo mais convencional, derby é um modo que posiciona vários pilotos em uma arena aberta sob a meta de atacar uns aos outros utilizando seus veículos como arma. Um verdadeiro show de destruição e peças voando para todos os lados. Um modo que já virou carro-chefe da série é a existência de mini-games onde o jogador deve usar a força inercial do carro para arremessar o motorista em diversos alvos, como uma pilha de pinos de boliche ou um aro gigante em chamas. A física do jogo é um espetáculo à parte, pois em vez de manter o carro intacto após as colisões, Flatout Ultimate Carnage prefere amassar, destroçar e desintegrar o automóvel da forma mais contundente possível.
O jogo tem ums graficos incriveis, história bem elaborada e uma ótima trilha sonora, seus pontos fracos são sua jogabilidde(que é muito dificil) e seu modo multiplayer que tem muitos bugs.
sábado, 7 de agosto de 2010
Criticas: LastWar


Gênero: MMORPGSuporte: Mutiplayer
Enpresa responssavel: BilaGames
(Clique nas imagens para anpliar.)
Sobre o Jogo
LastWar, é a versão brasileira do jogo que o mundo conhece como LastChaos. Lançado primeiramente no Japão e Malasia, foi um dos títulos de MMORPG mais esperados por jogadores brasileiros. Tanta expectativa fez com que a Gunsoft lançasse no Brasil em 2007.
No jogo, o usuário pode lutar contra os mais diversos monstros, em Dungeons(masmorras) e a céu aberto. Além disso, quando o jogador evolui seu personagem, pode também batalhar contra outros gamers, o que torna a experiência de jogo muito mais emocionante.
Uma característica interessante do Last War, é seus gráficos por serem feitos por movimentos reais usando uma tecnologia de filtragem 3D, causam menos stress aos jogadores.
O sistema de dungeon pessoal é também um dos pontos altos do jogo, na qual você pode enfrentar alguns boss tendo assim mais desafios. O jogo permite também guerras de guilds, onde as mesmas testam seus jogadres em sistema de apostas por batalhas.
Apesar dos gráficos excelentes e das emocionantes guerras dos castelos, onde diversas guildas lutam entre si, o suporte da Gunsoft junto aos jogadores sempre deixou a desejar. O jogo perdeu muito de seu brilho inicial com seus diversos bugs e com a grande quantidade de jogadores que faziam uso de Hacks.
O jogo tem graficos exelentes mais a jogabilidade é ruin(similar á Fimal Fantasy) muito dificil de entender os controles e etc...
domingo, 25 de julho de 2010
Criticas: Taikodom 2008

Gênero: MMORPGSuporte: multiplayer
Empresa responssavel: Hoplon Eternament
Dinâmica do Jogo:
Jogadores criam personagens, personalizam avatares e controlam naves espaciais, engajando-se em atividades de mineração, comércio e combate. Essas atividades podem ser realizadas junto aos outros jogadores ou com NPCs. Especificamente, combates são travados nas modalidades PvE e PvP. Personagens podem criar ou se unir em corporações visando dividir tarefas, se proteger ou aumentar a possibilidade de vitória em batalhas. Missões e tarefas específicas são confiadas aos jogadores por personagens dentro do jogo, chamados agentes.
Cada jogador pode ter até seis personagens e cada personagem, mais de uma nave. Os personagens são imortais, mas se a nave for destruída, sua carga é liberada e pode ser roubada. É possível recuperar a nave se o jogador tiver pago um seguro. O personagem que tiver sua nave abatida renasce na estação inicial padrão, a não ser que tenha comprado um clone em uma estação espacial específica, o que lhe permitiria selecionar em que clone renascer.
Existem quatro tipos de carreiras no Taikodom: Ás, Demolidor, Batedor e Mercador; cada uma com determinadas particularidades. Quando o personagem de um jogador progride no game, ele ganha méritos. A quantidade de méritos aumenta o ranking dentro da carreira, permitindo ao jogador melhorar habilidades já existentes, ou comprar novas como, por exemplo, pilotar determinadas naves e usar armas mais poderosas. A progressão e o acúmulo de taéis (a moeda dentro do jogo) permitem o acesso a itens mais vantajosos ou em maior quantidade.
O jogo é um MMORPG produzido no Brasil, os graficos são bons, mais a jogabilidade é muito ruin; As missões são muito mal planejadas, dificeis. Quem gosta de jogos espaciais vai gostar desse jogo muitos lugares para ir, varios planetas, é bom relembrar que é um jogo produzido no Brasil então deve ser dado o devido respeito(é o maior jogo produzido no Brasil).
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Criticas: Hitman codename 47
Gênero: Ação, aventura e tiro.Suporte: Sigleplayer
Empresa responssavel: Eidos
>>Esse é o primeiro jogo da famosa série de jogos Hitman<<
Sinopse:
O jogo começa com o agente 47 acordando no quarto de um sanatório e recebendo ordens, tais como trocar de roupa e manusear armas, de uma voz misteriosa. Esta, serve como a fase de treinamento. Um ano depois, em Hong Kong, 47 começa a trabalhar para uma agência realizando assassinatos de importantes criminosos. O jogo se concentra em quatro alvos principais: No primeiro ato, 47 deve "entrar" numa guerra de tríades chinesas, e assassinar o líder da tríade Red Dragon, Lee Hong. No segundo, ele deve aventurar-se nas selvas colombianas para eliminar um figurão do tráfico de drogas, Pablo Ochoa. O próximo alvo é Franz Fuchs, um terrorista austríaco que se hospedou em um hotel em Budapeste, recheado de seguranças. E, finalmente, no porto de Rotterdam, vai à caça de Boris Duruska, um contrabandista de armas. Após eliminados os alvos, o protagonista recebe uma missão especial em que o cliente exige que apenas ele realize o serviço. Ao chegar ao local, um sanatório, 47 descobre sua verdadeira origem. Na verdade, 47 foi o resultado de uma experiência genética que visava criar o "ser perfeito", e teve cada gene de seu corpo minuciosamente manipulado. O coordenador do projeto, Dr. Ort-Meyer, libera 10 clones (um de cada vez) para eliminar 47. Ao mesmo tempo que lhe explica os fatos, enquanto 47 tenta alcançá-lo. Ao alcançá-lo, 47 atinge-o com tiros, e, em seguida, quebrando seu pescoço, mata-o definitivamente.
Esse jogo foi lançado em agosto de 2000, então tive de dar um disconto por ser um jogo antigo,
a jogabilidade é boa; os graficos são horriveis,( mais é um jogo muito antigo então não me centrei muito nos graficos e sim no enrredo e na jogabilidade.) mais em conpenssasão os outros três jogos
da série "Hitman" são otimos, com enrredo bom, graficos magnificos e jogabilidade boa. e foram lançados para outros consoles alem do PC(ao contrario do codename 47 que foi exclusivo para PC). Meu consselho é que joguem o "Hitman: Blood Money" que é o quarto titulo da série e o mais recente.
sábado, 10 de julho de 2010
Criticas: The surffering


Gênero: Terror, aventura, ação.
Suporte: simgleplayer
Empresa responssavel: Midway
Bem, eu estava a procura de um jogo de terror que não fosse muito pesado. Ouvir falar do The surffering e resolvir baixa-lo; o tamanho dele é de: 1,26 GB.
Demorou muito pra baixar!(já que 1,26GB não se baixa em 10 minutos sabia?), eu ultilizei o acelerador de downloads "Puxa Rápido"( que por incrivel que pareça é 100% brasileiro).
OBS: O jogo só foi disponibilizado gratuitamente para download em fevereiro de 2008, e foi lançado em julho de 2004.
Depois que instalei e abri o jogo e comecei a jogar vi que os graficos, apesar de ser um jogo de 2004, são bons. E realmente o jogo dá medo e tem muita ação.
Conclusão: o jogo é bon, tem graficos bons comparados com os da época que o jogo foi lançado.